Filosofia e Sociologia no ENEM
Filosofia e Sociologia aparecem no ENEM de forma aplicada, não teórica. Você não precisa dominar a obra completa de um pensador — precisa reconhecer o conceito central dele quando aparecer aplicado a uma situação concreta.
Como a prova cobra Filosofia e Sociologia
A prova traz um trecho de um pensador ou uma situação social e pede que você identifique o conceito envolvido. Não cobra biografia nem cronologia de escolas filosóficas. Os mesmos conceitos que caem aqui servem como repertório na redação — estudar rende duas vezes.
O que estudar
Os blocos marcados como base são pré-requisito de outros conteúdos — estudá-los primeiro rende em várias frentes ao mesmo tempo.
Blocos-base — comece por aqui
Clássicos da Sociologia
Durkheim (fato social), Weber (ação social e tipos de dominação) e Marx (mais-valia, alienação). São o núcleo da matéria.
Filosofia política
Contratualistas — Hobbes, Locke, Rousseau. Fundamentam discussões sobre Estado, direitos e cidadania.
Cultura e ideologia
Indústria cultural (Escola de Frankfurt), habitus e capital cultural (Bourdieu). Muito úteis na redação.
Blocos específicos
Filosofia antiga
Sócrates, Platão (alegoria da caverna) e Aristóteles (o homem como animal político).
Pensadores contemporâneos
Foucault (poder disciplinar), Bauman (modernidade líquida), Arendt (direito a ter direitos).
Em que ordem estudar
Comece pelos três clássicos da Sociologia — eles cobrem a maior parte das questões e fornecem repertório sólido. Depois filosofia política, que fundamenta discussões de cidadania. Cultura e ideologia em seguida. Filosofia antiga e contemporâneos por último.
A armadilha mais comum
Trocar os autores dos conceitos. Fato social é Durkheim; ação social e dominação são Weber; mais-valia e alienação são Marx; habitus é Bourdieu. Associar conceito ao autor errado derruba a questão e, se acontecer na redação, compromete a credibilidade do texto inteiro.